VP da Azul defende turismo como política de Estado contínua
Fabio Campos, vice-presidente da Azul, pede continuidade no setor e aponta preocupações com os impactos da reforma tributária na aviação.
Pontos principais
- Fabio Campos defende que o turismo seja tratado como um programa de país, independente de gestões governamentais.
- O executivo citou o programa Voa Brasil e linhas de crédito de R$ 8 bilhões como medidas essenciais de apoio.
- O setor aéreo aguarda definições do governo federal sobre os impactos da reforma tributária.
- A Azul finalizou recentemente sua saída do processo de Chapter Eleven nos Estados Unidos.
O vice-presidente da Azul, Fabio Campos, defendeu que o turismo brasileiro seja consolidado como uma política de Estado contínua, desvinculada de mudanças de governo. Segundo o executivo, a manutenção de iniciativas como o programa Voa Brasil e o acesso a linhas de crédito subsidiado, que somam R$ 8 bilhões, são fundamentais para garantir a estabilidade e o crescimento do setor aéreo no país.
Além da pauta de fomento, a companhia manifestou preocupação com as incertezas regulatórias decorrentes da reforma tributária, aguardando diretrizes claras do Poder Executivo. Paralelamente aos desafios internos, a Azul concluiu recentemente sua saída do processo de Chapter Eleven nos Estados Unidos, reestruturando sua base societária com a participação estratégica de empresas como United Airlines e American Airlines.
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