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Azul registra receita recorde de R$ 4,98 bi e reduz dívida em R$ 13 bi

A companhia aérea Azul alcançou receita líquida recorde no segundo trimestre de 2026 e reduziu sua dívida bruta em R$ 13 bilhões após concluir processo de reestruturação financeira.

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Foto: Times Brasil
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13/08 às 23:45 · atualizado 14/08 às 08:33

Pontos principais

  • Receita líquida da Azul atingiu o patamar recorde de R$ 4,98 bilhões no segundo trimestre de 2026.
  • Dívida bruta da companhia caiu 37,8%, encerrando o período em R$ 21,4 bilhões.
  • Empresa obteve acesso a novas linhas de financiamento de longo prazo, totalizando R$ 4,6 bilhões.
  • Prejuízo líquido de R$ 1,04 bilhão foi registrado, impactado pela alta de 61,8% no custo do combustível.
  • Capacidade total de voos foi reduzida em 10,6% no trimestre como parte da estratégia de foco em rotas rentáveis.
  • Companhia projeta novo corte de 4% na capacidade para o terceiro trimestre antes de retomar o crescimento.
  • Indicadores operacionais como RASK e yield apresentaram melhora no período.

A Azul divulgou seus resultados financeiros referentes ao segundo trimestre de 2026, destacando uma receita líquida recorde de R$ 4,98 bilhões. O desempenho financeiro foi marcado pela conclusão de um processo de reestruturação que permitiu uma redução de R$ 13 bilhões na dívida bruta da companhia, que agora totaliza R$ 21,4 bilhões. Além do ajuste no passivo, a empresa garantiu acesso a novas linhas de financiamento de longo prazo, com potencial de R$ 4,6 bilhões em recursos para reforçar sua liquidez.

Apesar do recorde de receita, a Azul registrou um prejuízo líquido de R$ 1,04 bilhão no período, revertendo o lucro obtido no ano anterior. O resultado foi pressionado principalmente pelo aumento de 61,8% no custo do combustível por litro, reflexo de tensões geopolíticas globais. Para mitigar os impactos operacionais, a aérea adotou uma estratégia de redução de capacidade, que caiu 10,6% no trimestre, focando em rotas de maior rentabilidade. A expectativa da gestão é manter um corte adicional de 4% no terceiro trimestre, visando a retomada do crescimento e a estabilidade financeira a partir do final de 2026.

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