Dívida da Chilli Beans sobe para R$ 290 milhões em 2024
A varejista negocia o alongamento de prazos com credores e nega planos de pedir recuperação judicial após aumento de 34% em seu endividamento.
Pontos principais
- A dívida bruta da empresa cresceu de R$ 216 milhões em 2023 para R$ 290 milhões em 2024.
- A companhia busca renegociar taxas de juros e prazos de pagamento com instituições bancárias.
- A holding Mustang 25 Participações emitiu R$ 100 milhões em debêntures em fevereiro de 2025.
- André Dela Togna assume a vice-presidência em outubro para reforçar a gestão operacional.
- A empresa nega qualquer intenção de solicitar recuperação judicial e projeta crescimento de 10% para 2026.
A Chilli Beans enfrenta um cenário de pressão financeira com o aumento de 34% em sua dívida bruta, que atingiu R$ 290 milhões em 2024. Em resposta ao endividamento, a companhia, por meio da holding Mustang 25 Participações, conduz negociações amigáveis com bancos para alongar prazos e reduzir custos financeiros. Apesar de notificações sobre a ausência de demonstrações financeiras auditadas e pressões de detentores de debêntures, a marca descarta a possibilidade de recuperação judicial. Para fortalecer sua estrutura operacional durante este período de reajuste, a empresa nomeou André Dela Togna como novo vice-presidente. Enquanto o CEO Caito Maia mantém o foco no relacionamento com franqueados e clientes, a varejista projeta uma expansão de 10% para o próximo ano, sustentada por resultados recordes recentes.
