Chilli Beans projeta crescimento de 10% em meio a renegociação de dívida
A varejista prevê expansão para 2026 enquanto negocia prazos de sua dívida de R$ 290 milhões com credores e nega recuperação judicial.
Pontos principais
- A Chilli Beans estima um crescimento de 10% em suas operações para o ano de 2026.
- A dívida bruta da companhia atingiu o patamar de R$ 290 milhões em 2024.
- A empresa nega planos de recuperação judicial e mantém negociações amigáveis com bancos.
- André Dela Togna assume como novo vice-presidente da marca a partir de 1º de outubro.
- A holding Mustang 25 Participações foi notificada por atraso em pagamentos e ausência de demonstrações financeiras auditadas.
A Chilli Beans, rede brasileira de óculos e acessórios, projeta um crescimento de 10% para 2026, mesmo enfrentando um cenário de endividamento de R$ 290 milhões registrado em 2024. A companhia, operada pela holding Mustang 25 Participações, tem buscado o alongamento de prazos e a redução de taxas de juros junto aos seus credores. A gestão reforça que as tratativas ocorrem de forma amigável e nega categoricamente qualquer intenção de solicitar recuperação judicial. Paralelamente às negociações financeiras, a empresa anunciou a chegada de André Dela Togna para o cargo de vice-presidente, com início das atividades previsto para o dia 1º de outubro. O movimento ocorre em um momento de pressão, após a holding ser notificada por credores devido ao atraso no pagamento de parcelas e pela falta de entrega das demonstrações financeiras auditadas referentes ao exercício de 2025.
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