Chilli Beans negocia alongamento de dívidas com credores
A varejista busca reestruturar passivos financeiros enquanto nomeia novo vice-presidente para otimizar sua operação.
Pontos principais
- A dívida bruta da Chilli Beans subiu de R$ 216 milhões em 2023 para R$ 290 milhões em 2024.
- A companhia nega planos de recuperação judicial e foca em renegociar prazos e juros com bancos.
- A holding Mustang 25 Participações foi notificada por inadimplência em debêntures emitidas em fevereiro de 2025.
- André Dela Togna assume a vice-presidência em 1º de outubro para liderar a reorganização operacional da marca.
A Chilli Beans enfrenta um momento de pressão financeira, com sua dívida bruta atingindo R$ 290 milhões em 2024. A empresa, que nega qualquer intenção de pedir recuperação judicial, mantém negociações avançadas com instituições financeiras para alongar prazos e reduzir custos de juros. O cenário de endividamento foi agravado por uma notificação de falta de pagamento referente a debêntures de R$ 100 milhões emitidas pela holding Mustang 25 Participações no início de 2025. Para enfrentar o desafio, a varejista anunciou a contratação de André Dela Togna como novo vice-presidente a partir de 1º de outubro. O executivo ficará responsável pela reorganização operacional, permitindo que o fundador Caito Maia concentre sua atuação no relacionamento com franqueados e clientes. Apesar das dificuldades, a companhia projeta um crescimento de 10% para 2026, sustentada por resultados recordes recentes.
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