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Mercado monitora sanções dos EUA ao Irã e investimentos em IA no Brasil

Investidores acompanham tensões geopolíticas globais, novos aportes em inteligência artificial e indicadores de inadimplência no cenário doméstico.

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Foto: InfoMoney
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21/08 às 06:45, atualizado 09:34

Pontos principais

  • Governo brasileiro anuncia R$ 2,3 bilhões para infraestrutura de inteligência artificial com parcerias chinesas.
  • EUA impõem novas sanções a Cuba e anunciam medidas econômicas severas contra o Irã.
  • Pesquisa do Banco Central projeta deterioração da inadimplência no terceiro trimestre.
  • Ibovespa Futuro opera em alta de 0,30%, acompanhando a recuperação das bolsas em Nova York.
  • Petróleo Brent recua em correção técnica, mas mantém alta semanal de 6% devido ao conflito no Oriente Médio.

O mercado financeiro brasileiro inicia o dia atento a uma combinação de fatores geopolíticos e domésticos. No cenário internacional, a atenção está voltada para as novas sanções impostas pelos Estados Unidos a Cuba e ao Irã, movimento que mantém o preço do petróleo Brent em patamares elevados, com alta semanal próxima de 6%. O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, confirmou que o governo de Donald Trump intensificará as restrições econômicas contra Teerã, o que gera cautela nos mercados globais quanto à estabilidade no Oriente Médio. Em resposta, as bolsas de Nova York buscam uma recuperação nesta sexta-feira, influenciando positivamente o Ibovespa Futuro, que opera em alta de 0,30%.

Internamente, o governo federal anunciou um investimento de R$ 2,3 bilhões voltado para a infraestrutura de inteligência artificial, incluindo parcerias com empresas chinesas no Rio de Janeiro. Paralelamente, o setor financeiro avalia indicadores de risco, com o Banco Central projetando uma continuidade na deterioração da inadimplência para o terceiro trimestre, apesar da existência de programas de renegociação de dívidas. A agenda do dia ainda inclui a divulgação de índices PMI preliminares nos EUA e na Zona do Euro, além da expectativa pela nova pesquisa Datafolha sobre o cenário eleitoral de outubro, fatores que devem ditar o ritmo dos negócios e a volatilidade do dólar e dos juros futuros ao longo do pregão.

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