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Ibovespa recua e dólar oscila com tensões no Oriente Médio e dados dos EUA

O mercado financeiro brasileiro opera sob pressão de incertezas geopolíticas e indicadores econômicos americanos, enquanto o dólar mantém tendência de alta semanal.

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Foto: G1 - Economia
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14/08 às 08:15 · atualizado 09:33

Pontos principais

  • Ibovespa Futuro recuou 0,30% no início do pregão desta sexta-feira.
  • Dólar à vista abriu em queda de 0,26%, cotado a R$ 5,179, após quatro altas consecutivas.
  • Tensões entre EUA e Irã pelo controle do Estreito de Ormuz elevam a volatilidade nos preços do petróleo.
  • Investidores monitoram dados de inflação ao produtor (PPI) nos EUA e balanços corporativos do setor de tecnologia.
  • Mercado brasileiro aguarda a divulgação da primeira pesquisa eleitoral Quaest para o pleito de outubro.
  • Rebaixamento da recomendação para o Brasil pelo JPMorgan afeta o fluxo de capital estrangeiro.
  • Governo brasileiro iniciou medidas de reciprocidade comercial contra tarifas impostas pelos Estados Unidos.

O mercado financeiro brasileiro iniciou o pregão desta sexta-feira com cautela, refletindo um cenário de incertezas globais e domésticas. O Ibovespa Futuro registrou queda de 0,30%, pressionado pela escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio, onde o impasse entre os Estados Unidos e o Irã sobre o controle do Estreito de Ormuz tem provocado volatilidade nos preços do petróleo. Paralelamente, o mercado processa dados recentes do índice de inflação ao produtor (PPI) nos EUA e balanços corporativos, que continuam a ditar o ritmo das bolsas internacionais.

No câmbio, o dólar abriu em leve queda de 0,26%, cotado a R$ 5,179, após acumular quatro dias de valorização frente ao real. Apesar do recuo pontual, a moeda americana caminha para encerrar a semana em alta, influenciada por um cenário de maior aversão ao risco. Internamente, o ambiente é de expectativa pela divulgação da primeira pesquisa eleitoral Quaest, enquanto o fluxo de investidores estrangeiros enfrenta pressão adicional após o rebaixamento da recomendação para o Brasil pelo JPMorgan. O governo brasileiro também monitora o impacto de medidas de reciprocidade comercial em resposta às tarifas impostas pela administração de Donald Trump.

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