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Fachin lança cartilha sobre remuneração de magistrados no CNJ

Presidente do STF e do CNJ busca padronizar regras salariais e defender a integridade do Judiciário frente a críticas sobre pagamentos extras.

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Foto: G1 Política
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18/08 às 11:03, atualizado 19:02

Pontos principais

  • Edson Fachin lançou a cartilha 'Remuneração de Magistrados e Magistradas: perguntas frequentes' para esclarecer verbas indenizatórias.
  • A iniciativa visa garantir transparência e isonomia após o STF limitar o pagamento de benefícios extras a 35% do teto constitucional.
  • O STF determinou que sete tribunais estaduais suspendam pagamentos que excedam o limite legal e identifiquem valores recebidos indevidamente.
  • Fachin defendeu a atuação da magistratura e criticou campanhas que, segundo ele, buscam a erosão das instituições democráticas.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, lançou uma cartilha explicativa sobre a remuneração da magistratura brasileira. O documento, intitulado 'Remuneração de Magistrados e Magistradas: perguntas frequentes', busca padronizar interpretações sobre verbas indenizatórias e salários, visando maior transparência e isonomia. A medida ocorre em um momento de escrutínio sobre os chamados 'penduricalhos', após o STF determinar que tribunais de sete estados suspendam pagamentos que excedam o teto constitucional.

Durante a sessão do CNJ, Fachin defendeu a integridade do Poder Judiciário e criticou o que classificou como campanhas de descredibilização das instituições. A cartilha serve como um desdobramento das recentes decisões do Supremo, que limitou verbas indenizatórias a 35% do teto, embora tenha flexibilizado regras para pagamentos acumulados de férias e licenças em junho. Atualmente, a Corregedoria Nacional de Justiça conduz auditorias para identificar eventuais irregularidades nos pagamentos realizados pelos tribunais estaduais.

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