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CMO aprova R$ 330 milhões em créditos extras para desastres e agências

A Comissão Mista de Orçamento liberou R$ 330 milhões, sendo R$ 305 milhões para assistência a vítimas de desastres climáticos e R$ 24,4 milhões para agências.

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Foto: Câmara dos Deputados
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12/08 às 15:45 · atualizado 20:33

Pontos principais

  • A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou a liberação de R$ 330 milhões em créditos extraordinários.
  • O montante de R$ 305 milhões, via MP 1.356/2026, será destinado ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
  • Os recursos visam socorrer famílias afetadas por chuvas no Sul e Sudeste e pela estiagem no Norte e Nordeste.
  • Dados oficiais apontam que cerca de 5 milhões de pessoas foram impactadas por eventos climáticos em 2026.
  • A medida contempla 203 mil pessoas em situação de deslocamento forçado em 1.240 municípios.
  • O PLN 15/2026 destina R$ 24,4 milhões para despesas administrativas de cinco agências reguladoras federais.
  • A senadora Tereza Cristina criticou a recorrência de créditos extraordinários e cobrou maior planejamento governamental.
  • As propostas seguem agora para votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou a liberação de R$ 330 milhões em créditos extras, divididos entre ações de emergência climática e custeio administrativo. A maior parte do valor, R$ 305 milhões, está prevista na Medida Provisória 1.356/2026, que busca financiar o socorro a cerca de 5 milhões de brasileiros afetados por chuvas intensas e secas prolongadas. O montante será gerido pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para atender 1.240 municípios, onde mais de 200 mil pessoas precisaram deixar suas casas. O restante dos recursos, R$ 24,4 milhões, foi aprovado via PLN 15/2026 para cobrir despesas operacionais de cinco agências reguladoras federais. Durante a votação, a senadora Tereza Cristina questionou a dependência de créditos extraordinários, defendendo que o governo adote estratégias de longo prazo para enfrentar as mudanças climáticas de forma estruturada. As propostas agora aguardam deliberação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para que os recursos sejam efetivamente liberados.

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