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Comissão Mista de Orçamento aprova R$ 330 milhões para vítimas de desastres

O colegiado liberou crédito extraordinário para atender famílias atingidas por chuvas no Sul e Sudeste e pela seca severa no Norte e Nordeste do país.

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Foto: Câmara dos Deputados
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11/08 às 16:45 · atualizado 21:02

Pontos principais

  • A Comissão Mista de Orçamento aprovou a liberação de R$ 330 milhões em créditos extraordinários.
  • O montante de R$ 305 milhões será destinado especificamente ao auxílio de vítimas de eventos climáticos extremos.
  • Cerca de 5 milhões de pessoas foram impactadas por desastres em 1.240 municípios brasileiros neste ano.
  • O restante do valor, R$ 24,4 milhões, será remanejado para cobrir despesas administrativas de agências reguladoras.
  • A senadora Tereza Cristina defendeu, durante a votação, a necessidade de maior planejamento preventivo contra desastres.
  • As propostas seguem agora para votação nos plenários da Câmara dos Deputados, do Senado e do Congresso Nacional.

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou a liberação de R$ 330 milhões em créditos extraordinários para o enfrentamento de desastres climáticos e despesas administrativas. A maior parte dos recursos, totalizando R$ 305 milhões, será direcionada ao suporte de famílias atingidas por inundações nas regiões Sul e Sudeste, além de mitigar os efeitos da estiagem prolongada no Norte e Nordeste do Brasil. Segundo dados apresentados pelo governo, a dimensão dos eventos climáticos recentes afetou aproximadamente 5 milhões de pessoas em 1.240 municípios.

O restante do crédito aprovado, no valor de R$ 24,4 milhões, será destinado ao custeio de despesas administrativas de agências reguladoras por meio de remanejamento orçamentário. Durante a sessão, parlamentares como a senadora Tereza Cristina ressaltaram a importância de transitar de uma política baseada na dependência de créditos extraordinários para um modelo de planejamento preventivo mais robusto. As medidas seguem agora para análise e votação definitiva nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, onde deverão passar pelo crivo do Congresso Nacional antes da liberação efetiva dos valores.

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