Suicídios por 100 mil habitantes: 22,6 em 2014, ante o pico de 27,4 em 2008.
Os suicídios por 100 mil habitantes, com a população do Banco Mundial.
Ficou entre 22,4 (2007) e 27,4 (2008, o pico) — mais que o triplo da taxa brasileira (7,9 em 2024) em todo ano do trecho publicado. Ficou em 22,6 em 2014.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Suriname transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série publicada vai de 2007 a 2014: antes de 2007 a cobertura do registro de óbito ainda estava subindo (47% em 1995 a uma faixa de 63%–68% entre 1999 e 2006, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial), e uma tendência nesses anos misturaria violência real mudando com o registro melhorando; depois de 2014, nenhum dos seis arquivos da base bruta tem mais uma linha do Suriname.
Este número é piso, não total. De 2007 em diante a cobertura do registro de óbito do Suriname fica estável entre 70% e 77% (contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial) — no último ano da série, 2014, foi 76,0%: cerca de um quarto dos óbitos reais do país não está nesta base.
| Período | Taxa de suicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2014 | 22,6 | −3,3% |
| 2013 | 23,4 | −1,9% |
| 2012 | 23,8 | +4,3% |
| 2011 | 22,8 | −8,4% |
| 2010 | 24,9 | +2,6% |
| 2009 | 24,3 | −11,2% |
| 2008 | 27,4 | +22,1% |
| 2007 | 22,4 | — |