Suicídios pela declaração de óbito: estável entre 119 e 147 por ano de 2007 a 2014 — 130 no último ano.
Mortes que a declaração de óbito do Suriname classifica como autoagressão (CID-10 X60–X84, Y87.0).
Ficou numa faixa estreita entre 2007 e 2014, de 119 (2007) a 147 (2008, o pico) — 130 no último ano, 2014. Sem tendência de alta nem de queda no trecho publicado.
O Suriname tem uma das maiores taxas de suicídio do mundo, com boa parte dos casos por ingestão de agrotóxico, sobretudo no interior agrícola — o mesmo padrão da vizinha Guiana.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Suriname transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série publicada vai de 2007 a 2014: antes de 2007 a cobertura do registro de óbito ainda estava subindo (47% em 1995 a uma faixa de 63%–68% entre 1999 e 2006, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial), e uma tendência nesses anos misturaria violência real mudando com o registro melhorando; depois de 2014, nenhum dos seis arquivos da base bruta tem mais uma linha do Suriname.
Este número é piso, não total. De 2007 em diante a cobertura do registro de óbito do Suriname fica estável entre 70% e 77% (contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial) — no último ano da série, 2014, foi 76,0%: cerca de um quarto dos óbitos reais do país não está nesta base.
| Período | Suicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2014 | 130 | −2,3% |
| 2013 | 133 | −0,7% |
| 2012 | 134 | +5,5% |
| 2011 | 127 | −7,3% |
| 2010 | 137 | +3,8% |
| 2009 | 132 | −10,2% |
| 2008 | 147 | +23,5% |
| 2007 | 119 | — |