Suicídios (declaração de óbito) cometidos com arma de fogo: 8 em 2014, o maior valor da série.
Suicídios em que a declaração de óbito registra arma de fogo como o meio (CID-10 X72–X74).
É uma fração pequena do total de suicídios (130 em 2014): entre 2 (2012 e 2013) e 8 (2014, o pico e também o último ano) — a arma de fogo não é o meio predominante do suicídio no Suriname, ao contrário do que a série de arma de fogo no homicídio mostra para a agressão.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Suriname transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série publicada vai de 2007 a 2014: antes de 2007 a cobertura do registro de óbito ainda estava subindo (47% em 1995 a uma faixa de 63%–68% entre 1999 e 2006, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial), e uma tendência nesses anos misturaria violência real mudando com o registro melhorando; depois de 2014, nenhum dos seis arquivos da base bruta tem mais uma linha do Suriname.
Este número é piso, não total. De 2007 em diante a cobertura do registro de óbito do Suriname fica estável entre 70% e 77% (contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial) — no último ano da série, 2014, foi 76,0%: cerca de um quarto dos óbitos reais do país não está nesta base.
| Período | Suicídios a tiro | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2014 | 8 | +300,0% |
| 2013 | 2 | 0,0% |
| 2012 | 2 | −33,3% |
| 2011 | 3 | 0,0% |
| 2010 | 3 | −40,0% |
| 2009 | 5 | −28,6% |
| 2008 | 7 | +40,0% |
| 2007 | 5 | — |