Homicídios (declaração de óbito) cometidos com arma de fogo: 9 em 2014, pico de 14 em 2012, zero em 2008.
Homicídios em que a declaração de óbito registra arma de fogo como o meio (CID-10 X93–X95), a mesma definição do Brasil e da Venezuela.
Foram 14 em 2012, o pico, e nenhum em 2008 — o único ano zero da série, mesmo com 18 homicídios por outros meios naquele ano na base da OMS. Ficou em 9 em 2014.
São 20 a 40 casos por ano. Com uma população de cerca de 600 mil pessoas, um punhado de casos a mais ou a menos move a taxa vários pontos — o texto não lê tendência de um único ano.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Suriname transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série publicada vai de 2007 a 2014: antes de 2007 a cobertura do registro de óbito ainda estava subindo (47% em 1995 a uma faixa de 63%–68% entre 1999 e 2006, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial), e uma tendência nesses anos misturaria violência real mudando com o registro melhorando; depois de 2014, nenhum dos seis arquivos da base bruta tem mais uma linha do Suriname.
Este número é piso, não total. De 2007 em diante a cobertura do registro de óbito do Suriname fica estável entre 70% e 77% (contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial) — no último ano da série, 2014, foi 76,0%: cerca de um quarto dos óbitos reais do país não está nesta base.
| Período | Homicídios a tiro | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2014 | 9 | 0,0% |
| 2013 | 9 | −35,7% |
| 2012 | 14 | +133,3% |
| 2011 | 6 | 0,0% |
| 2010 | 6 | +200,0% |
| 2009 | 2 | — |
| 2008 | 0 | −100,0% |
| 2007 | 10 | — |