Vítimas de 15 a 29 anos na declaração de óbito por agressão: 3.066 em 2024, quase a metade do total.
Vítimas de 15 a 29 anos entre os óbitos que a declaração de óbito classifica como agressão (CID-10 X85–Y09), a mesma faixa etária que o Atlas da Violência usa para os jovens no Brasil e o SAT para os da Argentina.
Foram 653 em 1997 e 3.066 em 2024, com o pico da série em 2023 (3.448). A parcela sobre o total de óbitos por agressão está em proporção de homicídios de jovens.
Não há taxa por 100 mil jovens desta série: o Banco Mundial não publica população anual por sexo na faixa de 15 a 29 anos para nenhum país — só o conjunto Barro-Lee, quinquenal, em milhares, que para em 2010.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Equador transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio e a faixa etária de 15 a 29 anos — o único detalhe que nem o INEC publica numa série anual.
Em 2020 e 2021 esta base subconta a agressão (ver suicídios para o porquê): as contagens de detalhe desses dois anos levam nota, com o número do INEC ao lado; as proporções, calculadas dentro da própria base da OMS, continuam válidas.
| Período | Jovens (15–29) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 3.066 | −11,1% |
| 2023 | 3.448 | +68,3% |
| 2022 | 2.049 | +287,3% |
| 2021 | 529 | +51,1% |
| 2020 | 350 | −23,4% |
| 2019 | 457 | +19,3% |
| 2018 | 383 | +13,0% |
| 2017 | 339 | −0,6% |
| 2016 | 341 | −13,7% |
| 2015 | 395 | −7,5% |
| 2014 | 427 | −16,4% |
| 2013 | 511 | −29,1% |
| 2012 | 721 | −21,7% |
| 2011 | 921 | −12,3% |
| 2010 | 1.050 | +10,4% |
| 2009 | 951 | −14,6% |
| 2008 | 1.113 | +11,2% |
| 2007 | 1.001 | +0,1% |
| 2006 | 1.000 | −8,3% |
| 2005 | 1.091 | +7,1% |
| 2004 | 1.019 | +30,8% |
| 2003 | 779 | −11,6% |
| 2002 | 881 | −2,7% |
| 2001 | 905 | −2,1% |
| 2000 | 924 | +9,2% |
| 1999 | 846 | +0,4% |
| 1998 | 843 | +29,1% |
| 1997 | 653 | — |