Parcela dos óbitos por agressão entre 15 e 29 anos: 46,8% em 2024.
A parcela dos óbitos por agressão que a declaração de óbito atribui a vítimas de 15 a 29 anos — os homicídios de jovens sobre o total de óbitos por agressão do mesmo ano.
Ficou entre 33% e 47% em toda a série, sem tendência: 44,5% em 1997, mínimo de 33,3% em 2020, 47,2% em 2023 (o pico) e 46,8% em 2024. A faixa de 15 a 29 é cerca de um quarto da população equatoriana e responde por perto da metade das vítimas de agressão em quase todos os anos.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Equador transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio e a faixa etária de 15 a 29 anos — o único detalhe que nem o INEC publica numa série anual.
Em 2020 e 2021 esta base subconta a agressão (ver suicídios para o porquê): as contagens de detalhe desses dois anos levam nota, com o número do INEC ao lado; as proporções, calculadas dentro da própria base da OMS, continuam válidas.
| Período | Parcela de jovens | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 46,8% | −0,4 p.p. |
| 2023 | 47,2% | +1,2 p.p. |
| 2022 | 46,0% | +6,3 p.p. |
| 2021 | 39,7% | +6,4 p.p. |
| 2020 | 33,3% | −4,3 p.p. |
| 2019 | 37,6% | −0,8 p.p. |
| 2018 | 38,4% | +2,1 p.p. |
| 2017 | 36,3% | −0,8 p.p. |
| 2016 | 37,1% | −3,2 p.p. |
| 2015 | 40,3% | −0,6 p.p. |
| 2014 | 40,9% | +0,7 p.p. |
| 2013 | 40,2% | −2,1 p.p. |
| 2012 | 42,3% | −1,4 p.p. |
| 2011 | 43,7% | −1,5 p.p. |
| 2010 | 45,2% | +1,5 p.p. |
| 2009 | 43,7% | −1,4 p.p. |
| 2008 | 45,1% | +1,5 p.p. |
| 2007 | 43,6% | +1,0 p.p. |
| 2006 | 42,6% | −2,7 p.p. |
| 2005 | 45,3% | +1,3 p.p. |
| 2004 | 44,0% | −0,2 p.p. |
| 2003 | 44,2% | +1,3 p.p. |
| 2002 | 42,9% | −2,8 p.p. |
| 2001 | 45,7% | +1,2 p.p. |
| 2000 | 44,5% | −1,8 p.p. |
| 1999 | 46,3% | +0,3 p.p. |
| 1998 | 46,0% | +1,5 p.p. |
| 1997 | 44,5% | — |