A parte da União (Bund, com seus fundos especiais) na dívida pública de Maastricht, em proporção ao PIB — o nível de governo onde o novo fundo de infraestrutura vai se somar.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
Dentro da dívida bruta do governo geral, a parte que é só da União (Bund, incluindo seus fundos especiais — Sondervermögen), em proporção ao PIB. Estados, municípios e seguridade social ficam de fora.
A União cresceu mais rápido que o total desde 2019. Entre 2019 e 2025, a dívida da União foi de 37,2% para 44,8% do PIB (+7,6 pontos), enquanto a dos estados CAIU, de 17,4% para 14,7% (−2,7 pontos) — mesmo com o freio da dívida valendo para os dois. A diferença é onde moram os fundos especiais fora do orçamento normal: o fundo emergencial da pandemia, o fundo de € 100 bilhões para as Forças Armadas criado em 2022 e, desde março de 2025, o fundo de € 500 bilhões para infraestrutura — todos com autorização de crédito própria da União, fora do teto do orçamento regular, mas dentro desta conta. Em 2025, a dívida da União sozinha cresceu € 107 bilhões, mais que a dos estados (€ 19 bilhões), municípios (€ 25 bilhões) e seguridade social (€ 3 bilhões para € 7 bilhões) somados (comunicado da Bundesbank de 31/03/2026).
O que entra na conta. A dívida bruta consolidada do governo geral pelo critério de Maastricht (SEC 2010): a União (Bund, com seus fundos especiais), os 16 estados (Länder), os municípios e a seguridade social, com a dívida que um nível deve a outro cancelada uma vez só, no total. É o mesmo perímetro do resultado fiscal e o número que a Alemanha notifica à Comissão Europeia em março e setembro. No Brasil, o Banco Central soma o mesmo — governo geral, sem as estatais —; nos Estados Unidos, só o governo federal, e os títulos que o próprio Tesouro tem com seus fundos (Previdência) entram na conta bruta.
Como é calculada. A mesma razão, no recorte da União, também publicada diretamente pela Bundesbank. A série é anual, desde 1991.
| Período | Dívida da União | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | 44,8% | +1,1 p.p. |
| 2024 | 43,7% | −0,3 p.p. |
| 2023 | 44,0% | −0,6 p.p. |
| 2022 | 44,6% | −1,1 p.p. |
| 2021 | 45,7% | +1,4 p.p. |
| 2020 | 44,3% | +7,1 p.p. |
| 2019 | 37,2% | −1,7 p.p. |
| 2018 | 38,9% | −2,0 p.p. |
| 2017 | 40,9% | −2,3 p.p. |
| 2016 | 43,2% | −1,7 p.p. |
| 2015 | 44,9% | −2,4 p.p. |
| 2014 | 47,3% | −1,7 p.p. |
| 2013 | 49,0% | −1,1 p.p. |
| 2012 | 50,1% | +0,6 p.p. |
| 2011 | 49,5% | −2,1 p.p. |
| 2010 | 51,6% | +7,6 p.p. |
| 2009 | 44,0% | +4,1 p.p. |
| 2008 | 39,9% | +0,5 p.p. |
| 2007 | 39,4% | −1,6 p.p. |
| 2006 | 41,0% | −0,2 p.p. |
| 2005 | 41,2% | +1,4 p.p. |
| 2004 | 39,8% | +0,9 p.p. |
| 2003 | 38,9% | +1,8 p.p. |
| 2002 | 37,1% | +0,6 p.p. |
| 2001 | 36,5% | −1,8 p.p. |
| 2000 | 38,3% | −0,8 p.p. |
| 1999 | 39,1% | +0,9 p.p. |
| 1998 | 38,2% | +0,5 p.p. |
| 1997 | 37,7% | +0,5 p.p. |
| 1996 | 37,2% | +1,8 p.p. |
| 1995 | 35,4% | +6,6 p.p. |
| 1994 | 28,8% | +1,7 p.p. |
| 1993 | 27,1% | +2,3 p.p. |
| 1992 | 24,8% | +2,0 p.p. |
| 1991 | 22,8% | — |