O estoque da dívida pública alemã em euros correntes, no fim de cada ano — os € 2,84 trilhões de 2025.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O estoque da dívida bruta do governo geral, no critério de Maastricht, em euros correntes no fim de cada ano.
Passou de € 1 trilhão em 1995 (com a assunção da dívida da Treuhandanstalt) e de € 2 trilhões em 2010 (com a entrada dos bancos ruins da crise financeira no perímetro estatístico). Em 2025, chegou a € 2,84 trilhões, um crescimento de € 144 bilhões no ano — maior que o déficit de Maastricht de 2025 (€ 136,5 bilhões) porque parte do novo endividamento formou ativo financeiro em vez de financiar gasto corrente.
Euros correntes. Cada ponto está na moeda da época, sem correção pela inflação; antes de 1999 era o marco alemão, convertido pela taxa fixa de 1,95583 marco por euro. Para comparar anos distantes, use a dívida em % do PIB.
O que entra na conta. A dívida bruta consolidada do governo geral pelo critério de Maastricht (SEC 2010): a União (Bund, com seus fundos especiais), os 16 estados (Länder), os municípios e a seguridade social, com a dívida que um nível deve a outro cancelada uma vez só, no total. É o mesmo perímetro do resultado fiscal e o número que a Alemanha notifica à Comissão Europeia em março e setembro. No Brasil, o Banco Central soma o mesmo — governo geral, sem as estatais —; nos Estados Unidos, só o governo federal, e os títulos que o próprio Tesouro tem com seus fundos (Previdência) entram na conta bruta.
A série começa em 1991, o primeiro ano da Alemanha unificada nas contas nacionais.
| Período | Dívida bruta (€) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | € 2,84 tri | +5,4% |
| 2024 | € 2,69 tri | +2,4% |
| 2023 | € 2,63 tri | +2,4% |
| 2022 | € 2,57 tri | +2,7% |
| 2021 | € 2,50 tri | +6,6% |
| 2020 | € 2,35 tri | +13,1% |
| 2019 | € 2,08 tri | −0,5% |
| 2018 | € 2,09 tri | −2,2% |
| 2017 | € 2,13 tri | −2,3% |
| 2016 | € 2,18 tri | −0,7% |
| 2015 | € 2,20 tri | −1,2% |
| 2014 | € 2,22 tri | +0,2% |
| 2013 | € 2,22 tri | −0,6% |
| 2012 | € 2,23 tri | +3,7% |
| 2011 | € 2,16 tri | +1,7% |
| 2010 | € 2,12 tri | +17,4% |
| 2009 | € 1,80 tri | +6,9% |
| 2008 | € 1,69 tri | +4,2% |
| 2007 | € 1,62 tri | +0,5% |
| 2006 | € 1,61 tri | +3,2% |
| 2005 | € 1,56 tri | +4,8% |
| 2004 | € 1,49 tri | +4,9% |
| 2003 | € 1,42 tri | +6,7% |
| 2002 | € 1,33 tri | +4,3% |
| 2001 | € 1,27 tri | +1,0% |
| 2000 | € 1,26 tri | +0,6% |
| 1999 | € 1,25 tri | +4,3% |
| 1998 | € 1,20 tri | +3,9% |
| 1997 | € 1,16 tri | +4,0% |
| 1996 | € 1,11 tri | +6,7% |
| 1995 | € 1,04 tri | +19,5% |
| 1994 | € 872,5 bi | +10,1% |
| 1993 | € 792,3 bi | +11,9% |
| 1992 | € 708,3 bi | +14,1% |
| 1991 | € 621,0 bi | — |