Brasil sobe para 12ª posição no ranking mundial de pesquisas clínicas
A implementação da Lei 14.874 de 2024 impulsionou o setor, garantindo maior segurança jurídica e prazos definidos para estudos em humanos.
Pontos principais
- O Brasil avançou da 18ª para a 12ª colocação no ranking global de pesquisas clínicas.
- A Lei 14.874 de 2024 é apontada como o principal fator para o crescimento do setor.
- A nova legislação estabeleceu prazos claros para avaliações e maior segurança jurídica.
- Participantes de estudos clínicos agora possuem garantia de tratamento gratuito.
- A Interfarma projeta que o país pode atingir a 10ª posição no ranking mundial.
O Brasil registrou um avanço significativo no cenário internacional de pesquisas clínicas, saltando da 18ª para a 12ª posição no ranking mundial. Esse crescimento é atribuído diretamente à implementação da Lei 14.874 de 2024, conhecida como Lei da Pesquisa Clínica, que modernizou o ambiente regulatório do país. A nova norma trouxe maior segurança jurídica para as instituições e estabeleceu prazos definidos para a análise de protocolos, reduzindo a burocracia que historicamente travava o setor.
Além de agilizar os processos, a legislação reforçou a proteção aos voluntários ao garantir o acesso a tratamento gratuito durante e após a participação nos estudos. Com as mudanças, a Interfarma estima que o Brasil possui potencial para alcançar a 10ª posição no ranking global nos próximos anos. O setor agora trabalha para consolidar essas melhorias e atrair novos investimentos internacionais para o desenvolvimento de novas terapias e medicamentos em solo brasileiro.
