Suspeito liga inteligência ucraniana a atentado a bomba em Mônaco
Vitalii Zhykovych afirma que ataque contra empresário em Mônaco foi ordenado por oficiais da inteligência militar da Ucrânia.
Pontos principais
- Vitalii Zhykovych, ex-oficial ucraniano, alega que o atentado contra Vadym Yermolayev foi autorizado pela inteligência militar (HUR).
- O ataque a bomba em Mônaco feriu o empresário, seu filho e sua parceira.
- Zhykovych e Vladyslav Reut foram presos sob acusação de assassinar Anastasia Berezovska, apontada como a autora do atentado.
- A motivação do ataque seria uma suposta retaliação por pagamentos de impostos de Yermolayev na Crimeia ocupada, o que o empresário nega.
Vitalii Zhykovych, um ex-oficial de segurança ucraniano atualmente detido em Kiev, afirmou à BBC que o atentado a bomba contra o empresário Vadym Yermolayev, ocorrido em Mônaco, foi coordenado por membros da inteligência militar da Ucrânia. O ataque, que deixou Yermolayev, seu filho e sua parceira feridos, teria sido motivado por alegações de que o empresário realizou pagamentos de impostos na Crimeia ocupada, uma acusação que ele nega veementemente.
Zhykovych e o oficial Vladyslav Reut enfrentam acusações pelo assassinato de Anastasia Berezovska, a mulher identificada como responsável por plantar o artefato explosivo. Enquanto Zhykovych admite que Berezovska era sua agente, ele nega participação direta no atentado ou no homicídio da mulher, cujo corpo foi localizado em uma floresta próxima a Kiev. As autoridades ucranianas e internacionais seguem investigando as conexões entre o atentado em Mônaco e a execução da suspeita em solo ucraniano.
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