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Investigação liga inteligência ucraniana a assassinato em Mônaco

Novas evidências em tribunal sugerem que agências de inteligência da Ucrânia teriam executado a suspeita de um atentado a bomba em Mônaco.

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Foto: The Guardian World
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10/07 às 01:31

Pontos principais

  • Anastasia Berezovska foi apontada pela polícia francesa como autora de um atentado a bomba em Mônaco.
  • O ataque feriu o empresário ucraniano Vadym Iermolaiev, sua parceira e seu filho de 13 anos.
  • Detalhes revelados em tribunal indicam que Berezovska foi assassinada após o crime.
  • Um oficial de inteligência militar admitiu ter testemunhado a execução da suspeita.
  • As investigações apontam para uma possível operação coordenada por agências de inteligência de Kyiv.

Novas revelações em um tribunal francês trouxeram à tona uma possível conexão entre agências de inteligência ucranianas e o assassinato de Anastasia Berezovska. A mulher era a principal suspeita de ter deixado uma mochila com explosivos em frente a um prédio em Mônaco, em um atentado que feriu o empresário ucraniano Vadym Iermolaiev e sua família, incluindo uma criança de 13 anos. O caso ganhou contornos mais complexos após um oficial de inteligência militar admitir ter presenciado a execução de Berezovska, reforçando a tese de que o crime teria sido uma operação coordenada por agentes de Kyiv. A descoberta levanta questões sobre a extensão das atividades de inteligência ucranianas em solo europeu e a natureza das motivações por trás do atentado contra Iermolaiev, que agora é tratado sob uma perspectiva de possível retaliação ou disputa de segurança internacional.

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