Trump assina ordem para reduzir mosquitos e carrapatos em Washington
Presidente determina corte de 90% na população de mosquitos e 50% de carrapatos em Washington, D.C. até 2028 usando biotecnologia.
Pontos principais
- A meta é reduzir populações de mosquitos invasivos, como o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, em 90% até 2028.
- O plano prevê a redução de 50% na população de carrapatos na capital federal americana.
- A estratégia prioriza métodos não-químicos, incluindo a técnica de insetos estéreis e o uso de biotecnologias avançadas.
- Agências federais têm 60 dias para desenvolver um plano de manejo de habitats e controle de reservatórios, como roedores e cervos.
- O governo federal criará um arcabouço regulatório para a liberação de novas tecnologias de controle, como modificação genética e bactérias benéficas.
- O Departamento de Saúde e Serviços Humanos deve lançar competições de prêmios para acelerar diagnósticos e tratamentos de doenças transmitidas por pragas.
- A ordem inclui a análise de rotulagem de alimentos contendo galactose-alfa, visando alertar sobre a síndrome alfa-gal.
O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que estabelece uma meta ambiciosa para o controle de pragas em Washington, D.C. A diretriz exige que agências federais, incluindo a EPA e o Departamento de Agricultura, implementem estratégias para reduzir drasticamente a presença de mosquitos e carrapatos invasores na capital até 2028. O foco central da iniciativa é substituir o uso extensivo de pesticidas convencionais por soluções tecnológicas, como a liberação de insetos estéreis e outras intervenções biotecnológicas seguras.
Além do controle populacional, a medida determina a criação de um novo marco regulatório para o desenvolvimento e a liberação de métodos avançados de combate a pragas no meio ambiente. O governo também busca expandir a pesquisa sobre doenças transmitidas por esses vetores, como a febre do Nilo Ocidental, Zika, Dengue e a doença de Lyme, além de avaliar a implementação de avisos de alergia em produtos alimentícios relacionados à síndrome alfa-gal.
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