Jordan Bardella enfrenta pressão após novas evidências de mensagens antissemitas
O presidente do Reagrupamento Nacional nega autoria de mensagens de 2013, enquanto o governo francês questiona sua integridade política.
Pontos principais
- O site Mediapart publicou evidências técnicas que autenticam mensagens antissemitas atribuídas a Jordan Bardella em 2013.
- Bardella nega a autoria das mensagens e anunciou que entrará com ações judiciais por difamação.
- O ministro da Justiça, Gérald Darmanin, acusou o político de mentir sobre o caso.
- Marine Le Pen defendeu Bardella, classificando as denúncias como uma campanha politicamente motivada.
O presidente do partido francês Reagrupamento Nacional, Jordan Bardella, está sob intensa pressão política após o site Mediapart divulgar evidências técnicas que autenticam mensagens antissemitas atribuídas a ele em 2013. A autenticação das conversas no Facebook Messenger foi realizada por meio de dados fornecidos pela Meta e certificados por um oficial de justiça. Em resposta, Bardella negou categoricamente a autoria dos textos, classificando o conteúdo como uma fabricação e prometendo acionar a justiça por difamação e falsificação.
O caso gerou um embate direto com o governo, com o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, acusando Bardella de mentir e questionando sua aptidão para cargos públicos. Enquanto a liderança do partido, incluindo Marine Le Pen, saiu em defesa do aliado alegando perseguição política, a Associação de Imprensa Judicial manifestou preocupação com as ameaças dirigidas aos jornalistas responsáveis pela investigação. O episódio intensifica o escrutínio sobre a trajetória do líder político diante das eleições francesas.
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