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Indústria de etanol de milho expande mercado de DDG para aves e suínos

Setor de etanol de milho projeta alta na produção de DDG e busca diversificar o uso do coproduto na alimentação animal e exportações.

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Foto: AgFeed
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01/10 às 16:15

Pontos principais

  • A produção brasileira de DDG e DDGS deve alcançar 5,9 milhões de toneladas em 2026.
  • Projeções indicam que o volume produzido pode chegar a 10,4 milhões de toneladas até 2034.
  • O setor busca reduzir a dependência da pecuária bovina, focando em fábricas de ração para aves e suínos.
  • As exportações de grãos de destilaria devem atingir 2 milhões de toneladas em 2026, com a China como destino chave.

A indústria brasileira de etanol de milho está em fase de expansão estratégica para absorver o crescimento da oferta interna de coprodutos, como o DDG e o DDGS. Com a produção nacional projetada para atingir 5,9 milhões de toneladas em 2026 e saltar para 10,4 milhões até 2034, o setor busca diversificar sua base de clientes, mirando fábricas de ração voltadas para aves e suínos, além de ampliar o volume de exportações, que deve chegar a 2 milhões de toneladas nos próximos dois anos.

Especialistas reunidos no evento Teco, em São Paulo, destacaram que o amadurecimento desse mercado exige superar desafios técnicos, como a necessidade de maior precisão nutricional e a redução da variabilidade do produto. Além disso, limitações logísticas nas fábricas de ração ainda representam um entrave para a adoção em larga escala. Apesar dos desafios, a abertura de novos mercados, com destaque para a China, é vista como fundamental para garantir a sustentabilidade econômica da cadeia produtiva do etanol de milho no Brasil.

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