Justiça de SP nega bloqueio de R$ 145,5 milhões da Blaze solicitado por advogado
O pedido de bloqueio contra a operadora de apostas foi negado pela Justiça paulista em ação movida pelo advogado Willer Tomaz.
Pontos principais
- A Justiça de São Paulo rejeitou o pedido de bloqueio de R$ 145,5 milhões da Foggo Entertainment, operadora da Blaze.
- O autor da ação, o advogado Willer Tomaz, alega perdas financeiras na plataforma e busca indenização por danos morais.
- A Polícia Federal investiga Tomaz por suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo apostas, com movimentações que somam R$ 6,6 bilhões.
- A defesa do advogado argumenta que ele sofre de ludopatia, enquanto a Blaze contesta a natureza dos prejuízos declarados.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de bloqueio de R$ 145,5 milhões contra a Foggo Entertainment, empresa responsável pela casa de apostas Blaze. A solicitação foi feita pelo advogado Willer Tomaz, que move uma ação judicial contra a plataforma alegando prejuízos financeiros acumulados desde janeiro de 2025 e pleiteando indenização por danos morais.
O caso ganha contornos mais amplos devido a uma investigação paralela da Polícia Federal, que apura o envolvimento de Tomaz em supostas operações de lavagem de dinheiro. Dados apontam que o advogado movimentou cerca de R$ 6,6 bilhões na plataforma em um período de 18 meses. Enquanto a defesa sustenta que o cliente sofre de ludopatia e busca a restituição de valores, a Blaze contesta a alegação de prejuízo, argumentando que a conta do usuário operava com fluxos constantes de entrada e saída de recursos.
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