Acordo de fusão entre Afya e Yduqs define regras para venda de ações
Acionistas da Afya e Yduqs firmam acordo de voto para fusão, permitindo que Zaher e Esteves negociem parte de suas participações após aprovação.
Pontos principais
- Fusão visa criar o maior grupo de ensino médico do Brasil.
- Acordo de voto inclui Rose FIP, família Zaher, Bertelsmann e bloco de Nicolau Esteves.
- Venda de ações é proibida até a realização das assembleias de aprovação.
- Zaher e Esteves podem negociar até 35% de suas posições após a aprovação, sob risco de perderem assentos no conselho.
- A conclusão da operação está estimada para ocorrer em um prazo de 12 meses.
A fusão entre Afya e Yduqs, que pretende consolidar o maior grupo de ensino médico do país, avançou com a assinatura de um acordo de voto entre os principais acionistas. O compromisso, que envolve nomes como Rose FIP, a família de Chaim Zaher, a Bertelsmann e o bloco de Nicolau Carvalho Esteves, estabelece restrições rigorosas para a negociação de papéis até que as assembleias de aprovação sejam concluídas.
Após o aval para o negócio, uma cláusula específica permitirá que Chaim Zaher e Nicolau Esteves vendam até 35% de suas participações antes do fechamento da operação, sob a condição de manterem o direito de indicar membros ao conselho de administração. Enquanto isso, o Rose FIP e a Bertelsmann permanecem com restrições mais rígidas, devendo manter suas posições atuais. A expectativa das companhias é que todo o processo de integração seja finalizado em aproximadamente 12 meses.
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