Hegseth ordena uso de inteligência contra interferência estrangeira
Secretário de Defesa dos EUA autoriza uso de capacidades cibernéticas para identificar e neutralizar ameaças externas às eleições americanas.
Pontos principais
- Memorando assinado em 22 de setembro prioriza o uso do U.S. Cyber Command na proteção eleitoral.
- Diretriz fundamenta-se em ordem executiva de 2025 do presidente Donald Trump.
- Ação foca exclusivamente em ameaças cibernéticas e operações conjuntas com o Departamento de Segurança Interna.
- Documento não autoriza o emprego de militares em locais de votação.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, emitiu uma diretriz autorizando o uso de capacidades de inteligência e recursos cibernéticos do Pentágono para combater interferências estrangeiras nos processos eleitorais do país. A medida, formalizada em um memorando datado de 22 de setembro, baseia-se em uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump em 2025, visando fortalecer a integridade das instituições democráticas contra ataques externos.
O documento estabelece que o U.S. Cyber Command deve atuar em coordenação com o Departamento de Segurança Interna para identificar e neutralizar ameaças digitais. Embora a iniciativa reforce a segurança cibernética, o governo enfrenta questionamentos sobre cortes orçamentários em agências como a CISA. A diretriz não autoriza o envio de militares aos locais de votação, mantendo o foco operacional em operações de inteligência e defesa de sistemas críticos.
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