Estudo aponta necessidade de formação contínua para professores de Stem
Relatório indica que o ensino de ciências e tecnologia no Brasil exige investimentos em capacitação docente e infraestrutura escolar igualitária.
Pontos principais
- Relatório Panorama da Educação Stem no Brasil avaliou o ensino em seis capitais brasileiras.
- Pesquisadores defendem que a formação docente deve ser integrada à jornada de trabalho.
- Desafios incluem alta rotatividade de professores e falta de licenciaturas específicas.
- Projetos como os Ginásios Educacionais Tecnológicos no Rio de Janeiro são citados como boas práticas.
O relatório Panorama da Educação Stem no Brasil revela que o ensino de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na educação básica enfrenta barreiras estruturais significativas. Segundo a pesquisadora Sandra Unbehaum, a melhoria do setor depende de investimentos em formação docente profunda e constante, que deve ser integrada à rotina de trabalho dos professores para garantir eficácia pedagógica.
Além da capacitação, o estudo aponta que a desigualdade na infraestrutura entre as regiões brasileiras e a alta rotatividade de profissionais dificultam a consolidação dessas disciplinas. Iniciativas como o uso de laboratórios maker e projetos interdisciplinares, a exemplo dos Ginásios Educacionais Tecnológicos no Rio de Janeiro, surgem como alternativas viáveis para superar a resistência ao uso de novas tecnologias em sala de aula.
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