Netanyahu discursa na ONU sob protestos e tensões regionais
Primeiro-ministro israelense nega acusações na ONU enquanto manifestações em Nova York resultam em mais de 100 detenções.
Pontos principais
- Benjamin Netanyahu negou acusações de genocídio em Gaza durante discurso na Assembleia Geral da ONU.
- Mais de 100 manifestantes foram detidos em Nova York, incluindo as atrizes Susan Sarandon e Hannah Einbinder.
- O líder palestino Mahmoud Abbas afirmou ter sido impedido de entrar nos EUA pelo governo Trump.
- Arábia Saudita interceptou seis mísseis disparados por Houthis, pressionando o mercado de petróleo.
- Senado dos EUA bloqueou resolução democrata que buscava encerrar a guerra com o Irã.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, utilizou seu espaço na Assembleia Geral da ONU para refutar acusações de genocídio em Gaza e criticar líderes internacionais, como Recep Tayyip Erdoğan. O discurso ocorreu em um cenário de forte instabilidade, marcado por protestos intensos em Nova York que resultaram na detenção de mais de 100 pessoas, entre elas figuras públicas como Susan Sarandon e Hannah Einbinder.
Paralelamente, a crise diplomática se aprofunda com a denúncia de Mahmoud Abbas sobre restrições impostas pelo governo Trump à delegação palestina. A instabilidade regional também se reflete no setor energético, com a Arábia Saudita interceptando mísseis disparados por Houthis, o que elevou os preços do petróleo. Enquanto isso, o Senado americano manteve sua postura ao bloquear uma resolução democrata que visava encerrar o conflito com o Irã.
Comentários
Carregando comentários...
