Goldman Sachs aponta potencial de ganho para Axia e Copel no setor elétrico
Analistas do Goldman Sachs destacam oportunidade para geradoras de energia com a resiliência dos preços futuros para 2027.
Pontos principais
- Preço líquido da energia para 2026 caiu para R$ 210/MWh.
- Contratos futuros para 2027 seguem resilientes, negociados em torno de R$ 270/MWh.
- Melhora nas condições hidrológicas pressionou os preços de curto prazo para baixo.
- Axia Energia e Copel possuem potencial de dividend yields de dois dígitos.
- Incertezas climáticas e aumento da demanda sustentam os preços futuros.
O Goldman Sachs identificou uma oportunidade estratégica para as geradoras Axia Energia e Copel, apesar da recente queda nos preços de energia no mercado brasileiro. Enquanto o valor para 2026 recuou para R$ 210/MWh devido à melhora nas afluências hidrológicas, os contratos futuros para 2027 mantêm uma trajetória de alta, sendo negociados próximos a R$ 270/MWh. Essa diferença entre a projeção do banco, de R$ 220/MWh para 2027, e o mercado futuro beneficia empresas com menor nível de contratação.
A resiliência dos preços futuros é sustentada pela incerteza em relação aos impactos do El Niño na próxima estação úmida e pela expectativa de crescimento na demanda nacional por eletricidade. Diante desse cenário, o banco projeta que tanto a Axia quanto a Copel devem entregar dividend yields de dois dígitos nos próximos anos, consolidando-se como ativos atrativos para investidores no setor.
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