Brasil atinge recorde de 103 milhões de ocupados em 2025
O país registrou o maior contingente de trabalhadores da série histórica, com 35,0% dos 30,6 milhões de empregadores e autônomos formalizados via CNPJ, também recorde.
Pontos principais
- Brasil alcançou 103 milhões de pessoas ocupadas em 2025, recorde desde 2012, com nível de ocupação de 59,1% e alta de 1,7% sobre 2024.
- Taxa de desocupação caiu para 6,1 milhões, o menor nível da PNAD Contínua.
- Formalização de empregadores e autônomos com CNPJ chegou a 35,0% em 2025 (30,6 milhões de pessoas), recorde da série iniciada em 2012 (24,0%).
- Formalização feminina (36,7%) segue acima da masculina (34,2%) entre empregadores e autônomos, padrão observado em toda a série histórica.
- Trabalhadores por conta própria com ensino superior romperam a barreira de 50% de formalização pela primeira vez na série (50,8%), ante 11,1% entre os sem instrução.
- Sul lidera a formalização regional (46,7%); Centro-Oeste e Sudeste têm 41,6%; Nordeste, 20,1%; e Norte, a menor taxa, 15,6%.
- Comércio tem a maior formalização entre os setores (49,8%), seguido por Serviços (40,3%); Agricultura registra a menor, com 8,6%.
O mercado de trabalho brasileiro atingiu um marco histórico em 2025, alcançando 103 milhões de pessoas ocupadas, o maior contingente desde o início da série histórica do IBGE em 2012. Paralelamente, o número de desocupados recuou para 6,1 milhões, consolidando o menor patamar já registrado pela PNAD Contínua. O avanço foi impulsionado significativamente pela maior participação feminina, que totalizou 44,8 milhões de mulheres ocupadas, além de uma elevação geral na escolaridade da força de trabalho, com 68,5% dos ocupados possuindo pelo menos o ensino médio completo.
No universo de 30,6 milhões de empregadores e trabalhadores por conta própria, a formalização via CNPJ chegou ao recorde de 35,0% em 2025, ante 33,6% em 2024, 33,0% em 2023 e 24,0% no início da série, em 2012. O avanço foi puxado sobretudo pelos trabalhadores por conta própria, cuja cobertura saltou de 15,0% para o ápice de 27,1% no período, enquanto os empregadores, que já partiam de patamar elevado, passaram de 75,6% para 81,1% de formalização.
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