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Bancos brasileiros priorizam IA generativa, mas enfrentam baixa maturidade

Pesquisa da Febraban mostra que 84% dos bancos focam em IA generativa, embora 72% das instituições ainda apresentem baixa maturidade tecnológica.

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Foto: Época Negócios
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25/08 às 12:15, atualizado 19:02

Pontos principais

  • A 34ª Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária indica que 84% dos bancos consideram a IA generativa uma prioridade estratégica.
  • Apenas 28% das instituições bancárias possuem maturidade média ou alta no uso dessa tecnologia.
  • O setor bancário projeta um investimento total de R$ 50,4 bilhões em tecnologia para 2026.
  • Adoção de IA gerou ganhos de eficiência de 11,8% em processos internos e 10,3% no atendimento ao cliente em 2025.
  • Investimentos específicos em inteligência artificial cresceram 39% em 2025, totalizando R$ 826 milhões.

A 34ª edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, realizada em parceria com a Deloitte, revela um cenário de transição digital no setor financeiro brasileiro. Embora 84% dos bancos tenham colocado a inteligência artificial generativa como uma prioridade de média ou alta relevância em suas agendas, a implementação prática ainda enfrenta desafios significativos. Segundo o levantamento, 72% das instituições bancárias ainda se encontram em um estágio de baixa maturidade tecnológica para o uso dessas ferramentas, indicando que o setor está em uma fase inicial de exploração e adaptação. O investimento total do setor em tecnologia deve alcançar R$ 50,4 bilhões em 2026, um crescimento de 8% em relação ao ano anterior. Deste montante, os aportes em inteligência artificial e análise de dados devem somar R$ 3 bilhões, refletindo a busca por maior eficiência operacional e redução de custos. Em 2025, o uso de IA já demonstrou resultados práticos, com ganhos de eficiência de 11,8% em processos bancários e 10,3% no atendimento ao cliente. A despeito da baixa maturidade atual, o setor segue expandindo suas equipes de tecnologia, que já representam 11% da força de trabalho bancária, com 42% das instituições planejando novas contratações para sustentar a transformação digital nos próximos anos.

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