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TV Globo inicia série de entrevistas com candidatos à Presidência

Em entrevista de 44 minutos, Romeu Zema abre a série de sabatinas da TV Globo, que segue com Ronaldo Caiado, Renan Santos, Lula, Flávio Bolsonaro e Augusto Cury até 29 de agosto.

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Foto: G1 Política
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24/08 às 16:15 · atualizado 25/08 às 00:02

Pontos principais

  • A série de entrevistas ocorre de 24 a 29 de agosto, com transmissão ao vivo dos Estúdios Globo no Rio de Janeiro.
  • Os participantes foram selecionados com base na pesquisa de intenção de voto da Quaest divulgada em 14 de agosto, e a ordem das sabatinas foi definida por sorteio entre representantes dos partidos.
  • Após Zema, a agenda confirmada pelo G1 é Ronaldo Caiado (25/8), Renan Santos (26/8), Lula (27/8), Flávio Bolsonaro (28/8) e Augusto Cury (29/8).
  • As entrevistas são conduzidas por Renata Vasconcellos e César Tralli logo após o Jornal Nacional, com transmissão pela TV Globo, GloboNews e g1 e disponibilização posterior no Globoplay.
  • Romeu Zema (Novo) foi o primeiro entrevistado, em sabatina de 44 minutos que tratou de dívida pública, salário mínimo, privatização de estatais federais e gastos com saúde e educação.
  • Sobre segurança pública, Zema defendeu o chamado modelo El Salvador e comentou o combate ao crime e o funcionamento do sistema judiciário.
  • O candidato respondeu sobre violência contra a mulher, apresentando plano para reduzir casos de feminicídio, e sobre obrigatoriedade de vacinas.
  • Zema também foi questionado sobre a anistia a condenados pelos atos de 8 de janeiro, sobre fraude que atingiu o alto escalão do governo de Minas Gerais e sobre fraudes na mineração no estado.
  • Encerrou a sabatina defendendo pontos de reforma da previdência, antes das considerações finais.
  • A sabatina foi checada pela equipe do Fato ou Fake, que analisou as declarações de Zema sobre o saldo das contas públicas de Minas Gerais.
  • A série integra a cobertura eleitoral para o primeiro turno das eleições brasileiras, marcado para o dia 4 de outubro de 2026, enquanto o TSE mantém a proibição de atos de campanha para Pablo Marçal.

A TV Globo deu início nesta segunda-feira (24) a uma série de entrevistas com os seis candidatos à Presidência da República mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto. O cronograma, que se estende até o dia 29 de agosto, visa oferecer aos eleitores a oportunidade de conhecer as propostas e os planos de governo dos principais postulantes ao Palácio do Planalto. A seleção dos convidados seguiu os dados da pesquisa Quaest de 14 de agosto, e a ordem de participação foi estabelecida por meio de sorteio entre as legendas. As sabatinas são conduzidas pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli, sendo transmitidas ao vivo logo após o Jornal Nacional pela TV Globo, GloboNews e g1. O material também é disponibilizado na íntegra pelo Globoplay, permitindo que o público acompanhe as discussões em diferentes plataformas.

O candidato Romeu Zema (Novo) abriu a série, em entrevista de 44 minutos que tratou de dívida pública, salário mínimo, privatização de estatais federais, gastos com saúde e educação e segurança pública, com defesa do chamado modelo El Salvador. Zema respondeu ainda sobre violência contra a mulher, obrigatoriedade de vacinas, anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, fraude que atingiu o alto escalão do governo de Minas Gerais, fraudes na mineração no estado e reforma da previdência. A sabatina também foi alvo de checagens pela equipe do Fato ou Fake, que analisou declarações do candidato sobre o saldo das contas públicas estaduais.

A série de entrevistas ocorre em um momento decisivo da campanha eleitoral de 2026, com o primeiro turno marcado para o dia 4 de outubro. Enquanto os candidatos cumprem agendas de sabatinas e eventos institucionais, o cenário político segue movimentado por decisões judiciais, como a manutenção da proibição de atos de campanha para o candidato Pablo Marçal pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A iniciativa da emissora reforça o papel do debate público no processo democrático, permitindo que os eleitores avaliem os posicionamentos dos presidenciáveis sobre temas centrais para o futuro do país, como economia, educação e segurança pública.

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