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TSE registra 20,5 mil candidaturas para as eleições de 2026

Dados do TSE mostram que o perfil predominante dos candidatos ao pleito de 2026 é de homens brancos, com ensino superior e ocupação empresarial.

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Foto: G1 Política
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18/08 às 13:02 · atualizado 19/08 às 00:32

Pontos principais

  • O Tribunal Superior Eleitoral contabilizou 20.530 pedidos de registro de candidatura para as eleições de 2026.
  • Houve uma redução de 8.732 registros em comparação com o pleito de 2022.
  • Homens compõem 65% das candidaturas, enquanto 48,77% dos postulantes se autodeclaram brancos.
  • Empresários ocupam o topo do ranking de profissões declaradas, representando 12,53% do total.
  • Cerca de 58,5% dos candidatos possuem ensino superior completo.
  • O cargo de deputado estadual concentra a maior parte das solicitações de registro.
  • Pela primeira vez, o TSE incluiu a pergunta sobre orientação sexual, com 406 candidatos declarados LGBTQIA+.
  • O patrimônio médio dos candidatos ao Senado subiu para R$ 9,5 milhões em 2026.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerrou o período de registro com 20.530 candidaturas para as eleições gerais de 2026, marcadas para o dia 4 de outubro. O levantamento revela que o perfil majoritário dos postulantes mantém características históricas: a maioria é composta por homens brancos, com ensino superior completo e ocupação empresarial. A participação de empresários lidera as estatísticas, com 12,53% das declarações, seguidos por advogados, que somam 8,24%. A distribuição partidária mostra que o Partido Liberal (PL) detém o maior número absoluto de candidatos, enquanto legendas como PT e PSOL concentram perfis ligados à educação.

Além da ocupação, o TSE introduziu um marco inédito ao coletar dados sobre orientação sexual, registrando 406 candidatos que se autodeclararam LGBTQIA+. Apesar de avanços na diversidade, o perfil predominante entre os concorrentes ao Senado, por exemplo, segue sendo de homens brancos com mais de 50 anos e patrimônio médio declarado de R$ 9,5 milhões. A redução no número total de candidaturas em relação a 2022 reflete mudanças nas estratégias partidárias e nas exigências para o pleito, que segue com o cargo de deputado estadual como o mais disputado do país.

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