Flávio Bolsonaro lança campanha presidencial com críticas a Lula
Em ato no Rio, o senador prometeu classificar facções criminosas como terroristas e criticou a gestão do presidente Lula, enquanto reforça sua segurança pessoal.
Pontos principais
- Flávio Bolsonaro iniciou sua campanha presidencial com um ato na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
- O candidato prometeu cortar impostos, reduzir a burocracia e combater a corrupção na administração pública.
- O senador propôs classificar facções como PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações terroristas.
- Flávio Bolsonaro afirmou ter recebido mais de 1,8 mil ameaças de morte após suas propostas de segurança.
- O candidato passou a usar colete balístico e ampliou sua equipe de segurança privada, dispensando a escolta da Polícia Federal.
- A campanha protocolou uma petição no STF alertando para o risco de violência contra o senador.
- O evento contou com a presença de aliados do PL e uma participação breve do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro oficializou o início de sua campanha à Presidência da República em um evento realizado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Durante o discurso, o candidato adotou um tom crítico à gestão do presidente Lula, classificando o atual governo como um legado de incompetência e corrupção. Entre suas principais propostas, o senador destacou a intenção de reduzir a máquina pública, cortar impostos e implementar uma política de tolerância zero contra o crime organizado, propondo que facções criminosas sejam tratadas legalmente como organizações terroristas. O ato contou com o apoio de aliados do PL e uma breve aparição de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Paralelamente ao lançamento da candidatura, a equipe de segurança de Flávio Bolsonaro intensificou as medidas de proteção. O senador alega ter sido alvo de mais de 1,8 mil ameaças de morte, que teriam se intensificado após suas declarações sobre o combate ao crime. Em razão disso, ele passou a utilizar colete balístico permanentemente e optou por dispensar a escolta da Polícia Federal, citando desconfiança em relação à gestão da corporação. A campanha formalizou o alerta sobre o risco de violência contra o candidato por meio de uma petição enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF).
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