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Israel alertou EUA sobre supostos planos do Irã para matar Donald Trump

Relatos indicam que Israel enviou alertas sobre ameaças iranianas contra o presidente, embora a inteligência americana não tenha confirmado os dados.

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Foto: G1 Mundo
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13/08 às 22:15 · atualizado 14/08 às 07:06

Pontos principais

  • Alertas israelenses mencionavam planos de ataques por atiradores de elite ou armas brancas em eventos públicos.
  • Inteligência de Israel sugeriu uma possível ameaça de míssil contra o Air Force One durante cúpula da Otan em Ancara.
  • O Serviço Secreto dos EUA realizou uma operação de disfarce para proteger Trump durante seu retorno da Turquia.
  • Autoridades americanas e turcas não conseguiram verificar a veracidade das informações compartilhadas por Israel.
  • As tensões entre Washington e Teerã se intensificaram após a decisão dos EUA de entrar em guerra contra o Irã em fevereiro de 2026.

Relatos recentes indicam que o governo de Israel enviou repetidos alertas aos Estados Unidos sobre supostos planos do Irã para assassinar o presidente Donald Trump. Segundo as informações, as ameaças incluíam desde ataques por atiradores de elite em eventos públicos até uma possível investida com mísseis contra o Air Force One durante a cúpula da Otan em Ancara. Em resposta, o Serviço Secreto americano chegou a implementar medidas de segurança reforçadas e operações de disfarce para garantir a proteção do mandatário durante seu retorno da Turquia. Apesar da gravidade dos avisos, a inteligência dos EUA e autoridades turcas não conseguiram corroborar a veracidade das ameaças de forma independente. A Casa Branca e a CIA optaram por não comentar publicamente os detalhes específicos dos relatórios de inteligência compartilhados. O episódio ocorre em um cenário de alta hostilidade, marcado pela decisão dos EUA de entrar em guerra contra o Irã em fevereiro de 2026. Paralelamente, a administração Trump mantém uma estratégia de pressão diplomática e econômica sobre Teerã, visando conter o programa nuclear iraniano e assegurar a estabilidade do mercado global de energia, em meio a um histórico de desconfiança mútua e alegações de retaliação por parte do governo iraniano.

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