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Trump usou caminhão de catering para voo secreto após ameaça do Irã

O presidente Donald Trump realizou uma manobra de segurança sigilosa ao deixar a Turquia, utilizando um caminhão de catering para trocar de aeronave.

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Foto: Axios - Main
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11/08 às 11:32, atualizado 23:31

Pontos principais

  • A operação ocorreu após o encerramento de uma cúpula da OTAN na Turquia no mês passado.
  • Inteligência dos EUA identificou uma ameaça crível de assassinato contra o presidente vinda do Irã.
  • Trump foi transportado secretamente entre aeronaves dentro de um contêiner de catering para evitar vigilância.
  • O avião original, o Air Force One, decolou com jornalistas e assessores a bordo para servir como chamariz.
  • A manobra foi recomendada pelo Serviço Secreto para garantir a segurança do deslocamento até o Reino Unido.
  • Legisladores democratas solicitaram um briefing oficial ao Congresso para esclarecer a falta de transparência com os passageiros.
  • O presidente confirmou a operação, declarando que segue rigorosamente as orientações de segurança militar e não confia no Irã.
  • O uso de aeronaves isca e táticas de despiste é uma prática histórica do Serviço Secreto em viagens de alto risco.
  • Relatos indicam que o jato presidencial utilizado na ocasião carecia de sistemas avançados de contramedidas antimísseis.

O presidente Donald Trump realizou uma operação de segurança sigilosa durante seu retorno de uma cúpula da OTAN na Turquia, no mês passado, para evitar uma suposta ameaça de assassinato atribuída ao Irã. Segundo informações confirmadas pelo próprio presidente e detalhadas pela imprensa americana, Trump foi transferido do Air Force One para uma aeronave alternativa utilizando um caminhão de catering, uma manobra desenhada para ocultar seu paradeiro e garantir sua integridade física diante de riscos identificados pela inteligência dos Estados Unidos. Enquanto o presidente seguia viagem em um jato C-32A, a aeronave oficial decolou com mais de cem pessoas, incluindo jornalistas e assessores, que não foram informados sobre a troca ou sobre a existência de uma ameaça à segurança durante o voo em direção à Grã-Bretanha. A estratégia de usar o avião original como um chamariz gerou críticas de legisladores democratas, que exigiram explicações oficiais sobre os protocolos de comunicação e a transparência da operação. O episódio, embora incomum pela natureza do disfarce, reflete as táticas de despiste frequentemente empregadas pelo Serviço Secreto em deslocamentos presidenciais de alto risco. Autoridades da Força Aérea defenderam a necessidade da medida, citando preocupações com a vulnerabilidade de sistemas de contramedidas em certas aeronaves e a necessidade de contornar ameaças externas. Trump, ao comentar o caso, reiterou sua desconfiança em relação ao governo iraniano e afirmou que a decisão foi tomada exclusivamente com base em recomendações militares. Em um contexto de tensões geopolíticas elevadas, o governo americano mantém a pressão econômica sobre Teerã, enquanto avalia opções que variam de negociações diplomáticas a ações militares. Paralelamente, a segurança presidencial permanece sob escrutínio, especialmente após incidentes recentes, como a interceptação de uma aeronave particular que invadiu o espaço aéreo restrito durante uma visita do presidente a Ohio. Esses eventos destacam as complexidades logísticas e os desafios constantes enfrentados pela equipe de segurança da Casa Branca para proteger o chefe de Estado em um cenário global instável.

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