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Telegram retorna à App Store após remoção por conteúdo ilegal

O aplicativo foi restabelecido na loja da Apple após a remoção de material de abuso sexual infantil e o banimento do usuário responsável pela publicação.

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Foto: TecMundo
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04/08 às 13:35 · atualizado 17:02

Pontos principais

  • O Telegram foi removido globalmente da App Store na segunda-feira (3) por violar políticas contra abuso sexual infantil.
  • A Apple suspendeu o acesso ao aplicativo até que a plataforma tomasse medidas corretivas imediatas.
  • O serviço foi restaurado no mesmo dia após a exclusão do conteúdo ilícito e o banimento do infrator.
  • O CEO do Telegram, Pavel Durov, alegou que o incidente foi parte de uma estratégia de extorsão para manipular a moderação da Apple.
  • A empresa informou ter removido mais de 337 mil grupos e canais com conteúdo ilegal apenas em 2026.
  • O caso gerou críticas de figuras da indústria, como Tim Sweeney, sobre a transparência da Apple na gestão da App Store.
  • O Telegram enfrenta histórico de disputas regulatórias sobre moderação de conteúdo em diversos países.

O Telegram foi brevemente removido da App Store da Apple na última segunda-feira (3) após a detecção de material de abuso sexual infantil compartilhado em um chat público. A suspensão global foi imposta pela Apple como medida de conformidade com suas políticas de segurança, que proíbem estritamente a circulação de conteúdos ilegais. O aplicativo foi restabelecido poucas horas depois, após a equipe do mensageiro remover o material denunciado e banir o usuário responsável pela publicação. O CEO do Telegram, Pavel Durov, afirmou que o incidente foi provocado por uma tentativa de extorsão, na qual criminosos teriam plantado conteúdo ilegal para forçar uma reação exagerada da Apple e prejudicar a presença do app na loja. O episódio reacendeu debates sobre o poder da Apple na distribuição de softwares e a eficácia dos sistemas de moderação automatizados. Críticos, como o CEO da Epic Games, Tim Sweeney, questionaram a falta de transparência nos critérios de remoção da gigante de tecnologia. O Telegram, que enfrenta investigações em diversos países por questões de governança de dados e moderação, reforçou que mantém esforços contínuos contra atividades ilícitas, tendo removido mais de 337 mil grupos e canais ao longo de 2026.

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