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Ibovespa busca romper resistência técnica em dia de cautela global

O Ibovespa opera com alta de 0,93% nesta terça-feira, enquanto investidores monitoram níveis técnicos de resistência e tensões geopolíticas.

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Foto: G1 - Economia
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04/08 às 07:32 · atualizado 11:08

Pontos principais

  • O Ibovespa Futuro registra alta de 0,93%, atingindo 180.310 pontos no pregão desta terça-feira.
  • Analistas técnicos apontam a faixa entre 178.720 e 181.560 pontos como resistência chave para confirmar a tendência de alta.
  • O mercado aguarda a divulgação de balanços corporativos de empresas como Itaú Unibanco e Gerdau após o fechamento.
  • Dados do IBGE mostram recuo de 1,8% na produção industrial brasileira em junho, superando a expectativa de queda de 0,8%.
  • Tensões entre EUA e Irã elevam a volatilidade nos preços do petróleo e geram cautela nos mercados globais.
  • O dólar comercial abriu em queda de 0,21%, cotado a R$ 5,0764, em meio à expectativa pela decisão de juros do Copom.
  • Ações do Bradesco (BBDC4) apresentam recuperação técnica antes da divulgação de seus resultados trimestrais.

O mercado financeiro brasileiro iniciou o pregão desta terça-feira, 4 de agosto de 2026, com o Ibovespa Futuro operando em alta de 0,93%, aos 180.310 pontos. A análise técnica do índice destaca a importância de superar a resistência situada entre 178.720 e 181.560 pontos para consolidar uma trajetória de valorização no curto prazo. O movimento ocorre em um cenário de cautela, marcado pela divulgação de dados da produção industrial brasileira, que recuou 1,8% em junho, um desempenho abaixo do esperado pelo mercado. Além do cenário doméstico, os investidores mantêm foco na temporada de balanços, com resultados de grandes instituições financeiras e empresas de aço previstos para o fechamento do dia. A volatilidade global é intensificada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã, que pressiona os preços do petróleo e gera incertezas sobre o fluxo de energia no Estreito de Ormuz. Paralelamente, o mercado de câmbio reage com uma leve queda do dólar, enquanto aguarda a decisão do Copom sobre a taxa Selic, com expectativas de corte para 14% ao ano. O setor bancário, representado pelo Bradesco, também é monitorado de perto por analistas técnicos, que buscam identificar suportes e resistências cruciais antes da divulgação dos resultados do segundo trimestre.

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