Páscoa: chocolate mais caro impulsiona marcas a diversificar ofertas
Com a alta nos preços do chocolate, impulsionada pelo cacau, marcas de Páscoa no Brasil apostam em diversidade de produtos e faixas de preço para atrair consumidores.
Pontos principais
- Os preços do chocolate em barra e bombom subiram 24,77% em 12 meses até janeiro, segundo o IBGE.
- A Abicab prevê crescimento na produção e vendas de Páscoa, com mais de 750 itens e 120 lançamentos.
- Empresas como Cacau Show, Nestlé e Kopenhagen investem em portfólios diversificados para atender diferentes orçamentos.
- A alta do preço do chocolate é atribuída ao aumento da cotação internacional do cacau devido a quebras de safra na África Ocidental.
- Consumidores podem economizar pesquisando preços e optando por barras ou caixas de bombom, que são mais acessíveis que ovos de Páscoa.
A Páscoa de 2024 chega com um desafio para os consumidores brasileiros: o preço do chocolate está mais alto. Dados do IBGE revelam um aumento de 24,77% nos preços de chocolate em barra e bombom nos últimos 12 meses até janeiro. Essa elevação é reflexo da disparada da cotação internacional do cacau, causada por quebras de safra na África Ocidental, principal região produtora. Apesar de uma recente queda no preço da commodity, o repasse ao consumidor ainda não ocorreu devido a contratos futuros e estoques da indústria.
Diante desse cenário, as marcas de chocolate no Brasil, como Cacau Show, Nestlé, Garoto, Kopenhagen e Brasil Cacau, estão adaptando suas estratégias. Elas apostam em um portfólio diversificado, com mais de 750 itens e 120 lançamentos, para atender a diferentes orçamentos e atrair os consumidores. A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoins e Balas (Abicab) espera um crescimento na produção e vendas. Para economizar, os consumidores são aconselhados a pesquisar preços, comparar o valor por grama e considerar alternativas como barras ou caixas de bombom, que podem ser até três vezes mais baratas por quilo do que os tradicionais ovos de Páscoa.
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