Homicídios por arma de fogo (declaração de óbito) por 100 mil habitantes: 1,6 em 2014, pico de 2,5 em 2012.
Os homicídios por arma de fogo por 100 mil habitantes, com a população do Banco Mundial.
Foi de 1,9 em 2007 a 2,5 em 2012, o pico, zero em 2008 e 1,6 em 2014.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Suriname transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série publicada vai de 2007 a 2014: antes de 2007 a cobertura do registro de óbito ainda estava subindo (47% em 1995 a uma faixa de 63%–68% entre 1999 e 2006, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial), e uma tendência nesses anos misturaria violência real mudando com o registro melhorando; depois de 2014, nenhum dos seis arquivos da base bruta tem mais uma linha do Suriname.
Este número é piso, não total. De 2007 em diante a cobertura do registro de óbito do Suriname fica estável entre 70% e 77% (contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial) — no último ano da série, 2014, foi 76,0%: cerca de um quarto dos óbitos reais do país não está nesta base.
| Período | Taxa (homicídios a tiro) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2014 | 1,6 | −1,1% |
| 2013 | 1,6 | −36,4% |
| 2012 | 2,5 | +130,7% |
| 2011 | 1,1 | −1,1% |
| 2010 | 1,1 | +196,5% |
| 2009 | 0,4 | — |
| 2008 | 0,0 | −100,0% |
| 2007 | 1,9 | — |