Homens que se mataram, pela declaração de óbito: 94 em 2014, cerca de 70% do total.
Suicídios de pessoas do sexo masculino, pela declaração de óbito.
Ficou entre 87 (2007) e 113 (2008), entre 69% e 77% do total em cada ano — homens e mulheres somam exatamente o total dos suicídios no trecho publicado (os três óbitos de sexo ignorado da série bruta caem todos fora dele, ver o cabeçalho deste script). Ficou em 94 em 2014.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Suriname transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série publicada vai de 2007 a 2014: antes de 2007 a cobertura do registro de óbito ainda estava subindo (47% em 1995 a uma faixa de 63%–68% entre 1999 e 2006, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial), e uma tendência nesses anos misturaria violência real mudando com o registro melhorando; depois de 2014, nenhum dos seis arquivos da base bruta tem mais uma linha do Suriname.
Este número é piso, não total. De 2007 em diante a cobertura do registro de óbito do Suriname fica estável entre 70% e 77% (contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial) — no último ano da série, 2014, foi 76,0%: cerca de um quarto dos óbitos reais do país não está nesta base.
| Período | Homens | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2014 | 94 | −4,1% |
| 2013 | 98 | −3,0% |
| 2012 | 101 | +6,3% |
| 2011 | 95 | 0,0% |
| 2010 | 95 | −5,0% |
| 2009 | 100 | −11,5% |
| 2008 | 113 | +29,9% |
| 2007 | 87 | — |