Parcela dos homicídios (declaração de óbito) cometida com arma de fogo: 25,7% em 2014, ante 46,7% em 2012.
A parcela dos óbitos por agressão que a declaração de óbito atribui à arma de fogo — sobre o total da própria base da OMS, não sobre os homicídios reportados à ONU.
Foi de 46,7% em 2012, o pico, a zero em 2008 — nenhum ano da série chega perto desses extremos — e 25,7% em 2014, o último ano da série.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Suriname transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série publicada vai de 2007 a 2014: antes de 2007 a cobertura do registro de óbito ainda estava subindo (47% em 1995 a uma faixa de 63%–68% entre 1999 e 2006, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial), e uma tendência nesses anos misturaria violência real mudando com o registro melhorando; depois de 2014, nenhum dos seis arquivos da base bruta tem mais uma linha do Suriname.
A cobertura incompleta do registro afeta menos esta proporção que uma contagem ou uma taxa: o numerador e o denominador vêm da mesma base (76,0% de cobertura em 2014, o último ano da série), então a subnotificação atinge os dois de forma parecida.
| Período | Parcela a tiro | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2014 | 25,7% | −0,8 p.p. |
| 2013 | 26,5% | −20,2 p.p. |
| 2012 | 46,7% | +29,6 p.p. |
| 2011 | 17,1% | +1,7 p.p. |
| 2010 | 15,4% | +9,8 p.p. |
| 2009 | 5,6% | +5,6 p.p. |
| 2008 | 0,0% | −25,0 p.p. |
| 2007 | 25,0% | — |