Vítimas de homicídio doloso reportadas à ONU: 27 em 2024, ante o pico de 55 em 2020.
Vítimas de homicídio doloso que o governo do Suriname reportou à Organização das Nações Unidas pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends) — o mesmo tipo de registro policial que o Anuário do FBSP usa no Brasil e o SNIC na Argentina.
Foram 29 em 2013 e 27 em 2024, com o pico da série em 2020 (55, quase o dobro de 2019) e o segundo maior valor em 2022 (45). Fora esse pico, a série oscila sem tendência clara entre 27 e 45.
São 20 a 40 casos por ano. Com uma população de cerca de 600 mil pessoas, um punhado de casos a mais ou a menos move a taxa vários pontos — o texto não lê tendência de um único ano.
Registro não é crime confirmado, e crime não registrado não aparece. A série mede o que o governo do Suriname registrou e reportou à ONU.
O número é o que o próprio governo do Suriname reportou à ONU pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems), lido pela API do SDG Indicators Database. Organismos internacionais (a OAS entre 2000 e 2008, a OPAS em 2007) também aparecem na mesma base com número do Suriname, mas recontando outra fonte não documentada — só o levantamento nacional direto entra aqui.
| Período | Homicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 27 | −34,1% |
| 2023 | 41 | −8,9% |
| 2022 | 45 | +28,6% |
| 2021 | 35 | −36,4% |
| 2020 | 55 | +83,3% |
| 2019 | 30 | −21,1% |
| 2018 | 38 | +5,6% |
| 2017 | 36 | −12,2% |
| 2016 | 41 | +20,6% |
| 2015 | 34 | +6,3% |
| 2014 | 32 | +10,3% |
| 2013 | 29 | — |