Vítimas de homicídio (declaração de óbito) entre 15 e 29 anos: 9 em 2014, pico de 12 em 2011.
Mortes que a declaração de óbito classifica como agressão (CID-10 X85–Y09, Y87.1) entre 15 e 29 anos — a mesma faixa dos jovens no Brasil, na Argentina e na Venezuela.
O número é pequeno e oscila muito: de 1 (2008) a 12 (2011), sem tendência de alta ou de queda — 9 no último ano, 2014. O número soma homens e mulheres; a divisão por sexo da faixa jovem não entrou nesta ingestão.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a WHO Mortality Database da Venezuela: microdados brutos em CID-10 que o Suriname transmite à Organização Mundial da Saúde, com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série publicada vai de 2007 a 2014: antes de 2007 a cobertura do registro de óbito ainda estava subindo (47% em 1995 a uma faixa de 63%–68% entre 1999 e 2006, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial), e uma tendência nesses anos misturaria violência real mudando com o registro melhorando; depois de 2014, nenhum dos seis arquivos da base bruta tem mais uma linha do Suriname.
Este número é piso, não total. De 2007 em diante a cobertura do registro de óbito do Suriname fica estável entre 70% e 77% (contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial) — no último ano da série, 2014, foi 76,0%: cerca de um quarto dos óbitos reais do país não está nesta base.
| Período | Jovens (15–29 anos) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2014 | 9 | +80,0% |
| 2013 | 5 | −28,6% |
| 2012 | 7 | −41,7% |
| 2011 | 12 | +20,0% |
| 2010 | 10 | +42,9% |
| 2009 | 7 | +600,0% |
| 2008 | 1 | −90,0% |
| 2007 | 10 | — |