Quanto dos assassinatos de mulheres a polícia registra como feminicídio: entre 16% e 22%.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
Os feminicídios sobre todas as mulheres vítimas de homicídio.
Oscila entre 16% e 22% desde 2017 e ficou em 16,1% em 2025. É bem menos que no Brasil e na Argentina. Parte da diferença é de violência: na Colômbia muitas mulheres morrem na mesma violência armada que mata os homens. Parte é de registro: a qualificação é decidida no boletim, antes da investigação.
O número é registro policial. Vem do SIEDCO, o sistema de estatística criminal da Polícia Nacional, que o Ministério da Defesa publica todo mês no portal de dados abertos do governo colombiano. O ano mais recente ainda sobe nos meses seguintes, conforme entram registros atrasados: os homicídios de 2024 anunciados em janeiro de 2025 eram 13.341, e hoje são 13.497.
| Período | Proporção de feminicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | 16,1% | −3,6 p.p. |
| 2024 | 19,7% | +0,3 p.p. |
| 2023 | 19,4% | +1,6 p.p. |
| 2022 | 17,8% | −2,9 p.p. |
| 2021 | 20,7% | +1,1 p.p. |
| 2020 | 19,6% | +3,1 p.p. |
| 2019 | 16,5% | +0,4 p.p. |
| 2018 | 16,1% | −5,4 p.p. |
| 2017 | 21,5% | — |