O resultado do governo geral chinês antes dos juros da dívida, em cada ano, em proporção ao PIB — o "primary balance" do FMI, na mesma medida aumentada do resultado financeiro.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O resultado do governo geral chinês sem a conta de juros: quanto a arrecadação (dos dois orçamentos somados) cobre do gasto que o governo decide hoje, sem contar o serviço da dívida já contraída. É o "primary net lending/borrowing" do FMI (GGXONLB_NGDP).
A distância para o financeiro mede o custo da dívida. Em 2024, o primário foi de −6,2% do PIB contra −7,1% no financeiro — 0,95 ponto de juros líquidos; em 2025 (preliminar), −6,9% contra −7,9%, quase 1 ponto. É uma conta de juros pequena para uma dívida que já passa de 90% do PIB (ver dívida bruta): boa parte é emitida a juros baixos, em moeda local, por bancos estatais e fundos de previdência que o próprio Estado influencia.
O que entra na conta. O governo geral aumentado, como o FMI o define para a China: governo central, governos locais (províncias, cidades, distritos) e os dois orçamentos — o público geral e o de fundos governamentais —, mais a previdência e os fundos de garantia do Estado. Não inclui as plataformas de financiamento dos governos locais (LGFV), empresas estatais que tomam dívida fora do orçamento para financiar obra pública em nome dos governos locais; o FMI trata parte delas como quase-fiscais só na dívida, não no resultado do ano.
Como é calculado. Resultado total (GGXCNL_NGDP) mais os juros líquidos pagos pelo governo geral, na contabilidade do FMI. A ingestão confere que essa diferença fica entre 0 e 3 pontos do PIB em todo ano, e que o último ano bate com a mesma conta publicada pelo Fiscal Monitor do FMI, a outra metade da mesma rodada de divulgação.
2025 é preliminar, pelo mesmo motivo do resultado financeiro: a prestação de contas do orçamento chinês de um ano só fecha por volta de junho do ano seguinte.
| Período | Resultado primário | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | −6,9% | −0,8 p.p. |
| 2024 | −6,2% | −0,4 p.p. |
| 2023 | −5,8% | +0,6 p.p. |
| 2022 | −6,4% | −1,4 p.p. |
| 2021 | −5,0% | +3,6 p.p. |
| 2020 | −8,6% | −3,5 p.p. |
| 2019 | −5,2% | −1,8 p.p. |
| 2018 | −3,4% | −0,8 p.p. |
| 2017 | −2,6% | +0,1 p.p. |
| 2016 | −2,7% | −0,7 p.p. |
| 2015 | −2,0% | −1,9 p.p. |
| 2014 | −0,1% | +0,2 p.p. |
| 2013 | −0,3% | −0,5 p.p. |
| 2012 | 0,2% | −0,2 p.p. |
| 2011 | 0,4% | +0,3 p.p. |
| 2010 | 0,1% | +1,4 p.p. |
| 2009 | −1,3% | −1,7 p.p. |
| 2008 | 0,4% | −0,1 p.p. |
| 2007 | 0,4% | +1,1 p.p. |
| 2006 | −0,7% | +0,3 p.p. |
| 2005 | −1,0% | +0,1 p.p. |
| 2004 | −1,0% | +0,6 p.p. |
| 2003 | −1,7% | +0,6 p.p. |
| 2002 | −2,3% | −0,4 p.p. |
| 2001 | −1,8% | +0,2 p.p. |
| 2000 | −2,1% | −0,4 p.p. |
| 1999 | −1,6% | −1,4 p.p. |
| 1998 | −0,2% | −0,2 p.p. |
| 1997 | 0,0% | +0,2 p.p. |
| 1996 | −0,2% | +0,2 p.p. |
| 1995 | −0,4% | +0,9 p.p. |
| 1994 | −1,3% | −0,7 p.p. |
| 1993 | −0,6% | +0,1 p.p. |
| 1992 | −0,7% | −0,0 p.p. |
| 1991 | −0,7% | −0,2 p.p. |
| 1990 | −0,5% | +0,3 p.p. |
| 1989 | −0,8% | — |