A dívida bruta do Gobierno Central Total chileno descontados os ativos financeiros do governo — os fundos soberanos e os depósitos do Tesouro —, em proporção ao PIB.
A dívida bruta descontados os ativos financeiros do Gobierno Central: o Fondo de Estabilización Económica y Social (FEES), o Fondo de Reserva de Pensiones (FRP) e os depósitos do Tesouro no Banco Central e na rede bancária. É a medida que sobra depois de contar não só o que o Chile deve, mas também o que tem guardado.
A distância para a dívida bruta diminuiu ano a ano. Em 2016 a dívida líquida era de apenas 0,9% do PIB — o Chile ainda tinha ativos quase do tamanho da própria dívida bruta, fruto dos superávits e da poupança do cobre dos anos 2000. Os saques dos fundos soberanos para financiar a resposta à pandemia (2020–2022) e o gasto corrente desde então encolheram essa reserva: em 2025 a dívida líquida já chegou a 26,62% do PIB, quase dois terços da dívida bruta (41,5%).
Sem série antes de 2016. O Anuário de Estatísticas das Finanças Públicas da DIPRES, a única fonte com esse número, cobre uma janela móvel de dez anos; não há como reconstruir a dívida líquida de anos anteriores com dado público baixável.
O que entra na conta. O Gobierno Central: o Tesouro e os organismos e fundos do Gobierno Central Total (o mesmo perímetro do resultado fiscal). Não inclui as municipalidades nem as empresas públicas — a DIPRES não publica uma série longa de dívida do Gobierno General (que as somaria), diferente do Brasil, cuja Dívida Bruta do Governo Geral do Banco Central já soma estados e municípios.
| Período | Dívida líquida | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025 | 26,62% | +0,54 p.p. |
| 2024 | 26,08% | +2,89 p.p. |
| 2023 | 23,20% | +2,72 p.p. |
| 2022 | 20,48% | +0,26 p.p. |
| 2021 | 20,22% | +6,91 p.p. |
| 2020 | 13,30% | +5,31 p.p. |
| 2019 | 7,99% | +2,25 p.p. |
| 2018 | 5,74% | +1,32 p.p. |
| 2017 | 4,42% | +3,48 p.p. |
| 2016 | 0,94% | — |