As [mortes por intervenção legal](/indicadores/cazaquistao/mortes-intervencao-policial) por 100 mil habitantes.
As mortes por intervenção legal por 100 mil habitantes — três casas decimais porque o número costuma ser quase zero.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil: microdados brutos em CID-10 que Cazaquistão transmite à Organização Mundial da Saúde (WHO Mortality Database), com o código de quatro dígitos que separa o meio (arma de fogo) e a intervenção legal.
A cobertura do registro de óbito varia entre 92.4% e 100% durante o período publicado (2004-2024, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial): anos com cobertura mais baixa subestimam a mortalidade real, inclusive a violenta.
Boa parte das mortes violentas do Cazaquistão entra como "intenção indeterminada" (ver mortes violentas por causa indeterminada), não como homicídio ou suicídio — um traço da perícia local, não uma lacuna de leitura. Em 2024, a intenção indeterminada (2440) superou homicídio e suicídio somados (1897): o número abaixo provavelmente subestima o total real de mortes violentas intencionais.
| Período | Taxa (intervenção legal) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 0,004856 | −89,0% |
| 2023 | 0,04427 | +121,7% |
| 2022 | 0,01997 | — |
| 2021 | 0,000 | −100,0% |
| 2020 | 0,005133 | −50,7% |
| 2019 | 0,01041 | −50,7% |
| 2018 | 0,02113 | +97,0% |
| 2017 | 0,01072 | +96,9% |
| 2016 | 0,005446 | −1,5% |
| 2015 | 0,00553 | −91,8% |
| 2014 | 0,06735 | +136,5% |
| 2013 | 0,02848 | — |