Mortes que a declaração de óbito atribui à ação de policial ou outro agente da lei em serviço.
Mortes que a declaração de óbito classifica como intervenção legal (CID-10 Y35): quem morreu por ação de policial ou de outro agente da lei em serviço, por qualquer meio. É a mesma categoria das mortes por intervenção legal na Alemanha e nos Estados Unidos.
Só a base bruta da Organização Mundial da Saúde (WHO Mortality Database) separa o meio — arma de fogo — e a intervenção legal, com o código CID-10 de quatro dígitos que o Eurostat não abre; por isso este indicador usa a OMS em vez do Eurostat, mesmo do Cazaquistão publicando os grandes capítulos da causa (homicídio, suicídio, indeterminada) no Eurostat também.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil: microdados brutos em CID-10 que Cazaquistão transmite à Organização Mundial da Saúde (WHO Mortality Database), com o código de quatro dígitos que separa o meio (arma de fogo) e a intervenção legal.
A cobertura do registro de óbito varia entre 92.4% e 100% durante o período publicado (2004-2024, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial): anos com cobertura mais baixa subestimam a mortalidade real, inclusive a violenta.
Boa parte das mortes violentas do Cazaquistão entra como "intenção indeterminada" (ver mortes violentas por causa indeterminada), não como homicídio ou suicídio — um traço da perícia local, não uma lacuna de leitura. Em 2024, a intenção indeterminada (2440) superou homicídio e suicídio somados (1897): o número abaixo provavelmente subestima o total real de mortes violentas intencionais.
| Período | Intervenção legal | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 1 | −88,9% |
| 2023 | 9 | +125,0% |
| 2022 | 4 | — |
| 2021 | 0 | −100,0% |
| 2020 | 1 | −50,0% |
| 2019 | 2 | −50,0% |
| 2018 | 4 | +100,0% |
| 2017 | 2 | +100,0% |
| 2016 | 1 | 0,0% |
| 2015 | 1 | −91,7% |
| 2014 | 12 | +140,0% |
| 2013 | 5 | — |